Pouco para dizer, muito para escutar, tudo para sentir. A propósito do programa de rádio
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31.1.04
 


Sempre. A minha amiga rádio.

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O som. O tempo. A música.



Röyksopp não é nome de sopa instantânea. É um duo norueguês. Quando há dois anos ouvi Melody AM, foi fácil gostar de "So easy". Gostar do passado, empurrado por uma vaga de optimismo ? Encontrei a chave. Abriu-se a porta. Oiçam com os vossos próprios ouvidos.


so easy


De onde vem ?


Blue on blue - Bobby Vinton


Ou então, pelo próprio Bacharach - o dono da música.

Burt Bacharach-Blue On Blue_extr.MP3

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28.1.04
 
Para VER.
Memórias dos "Novos dias da rádio".

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27.1.04
 
Ando à procura do(s) MUSGO, mas só encontro o velho Musgo Real - sabonetes, creme para a barba e água de colónia, fabricado em Portugal desde 1887 !


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26.1.04
 
Os spots, quase que se pode dizer promocionais, com a morte do jovem jogador húngaro do Benfica, não são classificáveis através de nenhuma palavra. Obscenos ? Não. Eles não são uma representação da morte, são a própria morte como espectáculo. Finalmente, a morte em directo !
A morte, nos media, " activa a dimensão interna mais reprimida, a mais negada social e pessoalmente, a do mal que existe no interior de cada um, sempre em conflito com o bem, a da morte, sempre em conflito com a vida, do desencanto, sempre em conflito com a esperança."
" A exigência da presença do mal nos media segue, então, a mesma lógica que exige a presença do mau em qualquer narrativa que se preze. [...] É a lógica da emoção, a lógica do inconsciente, aplicada também aos media." Ferrés
De novo, primeiro nós (as audiências), depois ele (Fehér).

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25.1.04
 
Uma coisa boa e uma coisa má.
BOA : o blog "O Céu sobre Lisboa". Faz bem ao cérebro. É inteligente, sensível e faz-nos acreditar que afinal ainda há quem valha. Penso que começou em Novembro, mas só agora dei por ele. Leia-se o primeiro post. É recomendável passar por lá todos os dias !



: Só ontem soube que o David McWilliams morreu há dois anos. Uma música deste irlandês chegou aos tops nos anos 60, "Days of Pearly Spencer", mas as suas canções vão muito para além dela. Foi mais um que não conseguiu controlar os direitos sobre a sua música e calcula-se que perdeu mais de dois milhões de libras, que foram parar à conta de um solicito "empresário".
Terá sempre lugar na IF. No coração.


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24.1.04
 


Philip Glass oferece, para o fim-de-semana, 55 '' de suave diversão.

philip glass - the simpsons end theme.mp3

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21.1.04
 
Ainda o tema : QUEDA.
Para animar um pouco o blog.
Desde Setembro, a TSF caiu 0.6 em Lisboa, o seu reduto de sempre. E 0.3 no Porto.

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Já tinha falado deste trio que vem agora ao Grande Auditório do CCB.
Até tive tempo para os passar na IF.
É jazz, mas não se admirem se vos servirem versões de Aphex Twin (Flim, fantástica !), dos Blondie, Nirvana e até dos Abba (Knowing me, knowing you ...). Afinal, a música pode ser toda boa com The Bad Plus.

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Billy Idol !

Não. Nunca passou na IF. Mas a minha vida na rádio está muito para além da Íntima Fracção . Se está!
Tal como um piloto de aviões fala em X horas de voo, também eu posso falar em N horas no ar. Juraria que nunca passei o Idol, mas ... às vezes tropeçamos (e como isto me tem acontecido ultimamente ! e escorregar também !) numa cançãozita, num som, em qualquer coisa que desencadeia o "dejá vu". O verdadeiro. Foi assim com "Eyes without a face". Uma espécie de "regressão" (sem ser na TV). Taú ! Salta-me o Billy para o prato direito e lá tive que escolher, em 1984. Foi a única música do rapaz a que devo ter dado passagem, mas logo a seguir lembro-me de uma série de outras, de outros, que eu jurava nunca tinha passado ! E ouço ... e vejo ... claramente, o estúdio. O cheiro a cera nos corredores. E pergunto o que me fazia ali ficar fechado horas e horas e horas ? Eu sei que havia horários (e tenho a certeza que os fiz todos !), mas porque me contentava em encontrar a "mais suportável" do Idol ? Seria para poder passar o João Gilberto ? os "Everything but the girl", trazidos de Londres pelo Gonçalo ? o Godinho ? o Fausto ? o Zappa "be in my vídeo" ? ou essa "chinfrineira" dos Jesus and Mary Chain ?! Pelo meio, até arrastava o Tom Verlaine, ou o Cale, para fora da Íntima Fracção.
"First i would like to say that is not nostalgia."
Será ?

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20.1.04
 
A propósito de nostalgia.
"First i would like to say that is not nostalgia. It is not nostalgia for the past."

Anais Nin

Oiçam-na.

Anais1.MP3


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19.1.04
 
Rui Bebiano regressa com o blog SOUS LES PAVÉS, LA PLAGE!



Leiam o post "Smoke gets in your eyes" (e já agora os comentários).


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17.1.04
 
Como uma criança que pede para lhe contarem sempre a mesma história antes de adormecer, também eu, todas as noites, regresso às bandas sonoras dos filmes de Jacques Tati.



Um génio. É preciso ver todos os filmes de Tati para aprender o verdadeiro valor da relação imagem/som. Não há "efeitos especiais". É tudo demasiado simples por ser tão difícil.



Hulot.
Como é tarde para te dizer obrigado. Mesmo com prémio em Cannes e com um Oscar, foste longe demais. Paga-se caro. Ganhaste a eternidade, mas não sei se alguma vez te preocupaste com isso.
Em Portugal é difícil encontrar o DVD com o Playtime de Tati. Alguém me dá uma ajuda ?



JACQUES TATI - Tennis - Theme Piano - Les Vacances de Monsieur Hulot.mp3

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16.1.04
 


Eu queria falar da "queda", mas não me ocorre dizer mais nada do que "Brufen 400", "Picalm-spray", ...
E sobretudo o medo. A sensação de indefesa, no preciso momento em que sobre o chão, já só há o céu à nossa vista.
Depois, perante a conjuntura, um bom cidadão não gasta ainda mais dinheiro ao Estado, a não ser que não se importe de esperar cinco horas !
Tudo isto para explicar o atraso de nova IF online.

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13.1.04
 
O que se perde por excesso de informação ?
Informação.
O ânimo da ÂNIMO com estes licores.



Raz Ohara, em Coimbra (acompanhando Alexander Kowalski).


Raz Ohara - I Wanna Be Where You Are_1.MP3

O que quase se perde quando o rádio do carro não fixa a RUC ?
O Vidro Azul.
Esperem pelo alinhamento. E oiçam, nem que seja através da Net. É geralmente muito bom. O "line-up" e a voz (tão marginalizada na rádio de hoje).


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11.1.04
 

(c)CAV

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10.1.04
 


Esta é uma fotografia tirada nos anos 60. Ao lado do teclista Brian Auger, está Julie Driscoll (hoje, e desde há muitos anos, Julie Tippetts). Sempre a admirei. Por um lado, pelo que cantava e, sobretudo, como cantava. As primeiras gravações (as melhores), fê-las dos 19 para os 20 anos. Depois, disse: "entre o showbiz e a sanidade mental, prefiro a segunda".
A última notícia de Julie vem de 1999, quando gravou um disco experimental.
Quem me dá notícias da Julie ?

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9.1.04
 
LIBERTEM OS GNOMOS !


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6.1.04
 


Está tudo certo.
De acordo com o discurso oficial, a Eduarda avisou-me que estão para chegar os "Reis magros".

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3.1.04
 
" A memória do ser amado é a recordação da divindade; lembrança do paraíso que paira agora no éter do segredo."
Escrevi isto rigorosamente há um ano neste blog. O texto foi utilizado na emissão da IF de 4 para 5 de Janeiro de 2003.
Pois bem, libertos desse pesado, mentiroso, abafado e cinzento 2003, o "éter do segredo" prepara-se de novo para a Íntima Fracção. "Lembrança do paraíso" ... tocando nos ouvidos, poisando nos corações.

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Esta é a magnífica capa da colectânea de Outono

[ um som profundo do Outono ]

desenhada pela Cristina Fernandes sobre um fotografia do Mário Filipe Pires.


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