
Goldfrapp have made a return to the dreamy, understated sound of their Mercury-nominated debut with the forthcoming studio album, Seventh Tree.
É publicado em Fevereiro, mas já o ouvi. O novo disco de Goldfrapp deixa para trás a fase discoteca que tão triste me deixou e avança em territórios diferentes. Não é bem o regresso a 2000 e à primeira (e única ?) sonoridade. Às vezes soa a Alpha e tem qualquer coisa de Air. Os Portishead também são invocados (e evocados ...). De qualquer forma voltam a sonhar, embora não haja pilotos comandando fortalezas rosa-voadoras ao amanhecer.
O site de Goldfrapp é uma experiência-surpresa.