Pouco
para dizer, muito para escutar, tudo para sentir. A propósito
do programa de rádio
ÍNTIMA FRACÇÃO
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6.10.07

E todavia, para lá das vozes "cada vez mais confusas e indistintas", cria-se um nível a partir do qual a velhice, essa absurda "traição do tempo", deixa pura e simplesmente de existir, para tudo não ser mais que memória - uma memória sem princípio nem fim que nos faz andar, "desde sempre à procura de alguma coisa de raro e de indefinível".
Fernando Pinto do Amaral sobre o livro "Dia de Silêncio", de Tahar ben Jelloun. in Público, a 25.9.90
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Francisco em 6.10.07
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