Pouco para dizer, muito para escutar, tudo para sentir. A propósito do programa de rádio
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Íntima Fracção
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15.9.07
 
A propósito da próxima Íntima Fracção.

" Muitas são as baladas, melodias e canções sobre a ausência apaixonada [...] não há ausência senão a do outro: é o outro que parte, sou eu que fico. O outro está em estado de permanente partida, de viagem; é, por vocação, migrador, fugitivo; sou, eu que amo, por oposta vocação, sedentário, imóvel e estou à disposição, à espera, esquecido algures, em sofrimento, como um embrulho num canto perdido da gare. A ausência apaixonada dirige-se apenas num sentido e não pode exprimir-se senão a partir de quem fica - e não de quem parte: o eu, sempre presente, não se constituí senão em face de ti, sempre ausente. Exprimir a ausência é admitir de imediato que não se pode trocar o lugar do sujeito com o lugar do outro ... " R.Barthes

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