Pouco para dizer, muito para escutar, tudo para sentir. A propósito do programa de rádio
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Íntima Fracção
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12.9.06
 
TUDO O QUE NUNCA QUIS SABER SOBRE A ÍNTIMA FRACÇÃO E PROVAVELMENTE VAI CONTINUAR A NÃO QUERER

Em 8 de Abril de 1989, a IF passou o seu 5º aniversário. Estava na RDP e eu estava farto (não da IF), desanimado, desmotivado. Agora, com esta coisa do encerramento do Independente e de me ter lembrado daquela página dedicada à IF, recordo também que no Caderno 3, dois dias antes, o Indy fez uma montagem especial com a imagem de uns phones, cujo fio se desenrolava pelas páginas do caderno até à penúltima onde se anunciava aquela emissão. Uns dias antes tinha tido uma conversa telefónica com o MEC a quem disse da intenção de acabar com a IF, durante o programa do 5º aniversário. O problema é que eu era funcionário da RDP e a ideia, a concretizar-se, corresponderia a um processo disciplinar e muito provavelmente o despedimento. Seja como for, e não por causa disto, o MEC insistiu para que eu não acabasse com a IF e mostrou-me a gratuitidade do gesto.
Na noite de 9 de Abril realizei a emissão em directo. Tinha tudo escrito (julgo que conservo essa planificação). Na primeira hora, uma IF de aniversário, mas normal. Na segunda disse como fazia o programa, descrevi o estúdio e falei das dificuldades em prepará-lo. Tinha solicitado que me concedessem um dia por semana para a sua preparação, mas tal foi rapidamente rejeitado por a IF "ser uma actividade complementar e não a principal no meu trabalho na RDP". Cheguei a desligar um dos gira-discos quando estava a reproduzir um disco, deixando o silêncio pairar com um peso fora do comum para um programa de rádio. Mas estava tudo escrito e previsto. A IF foi até ao fim e continuou.
Poucos dias depois, chegaram os primeiros contactos da TSF para onde me mudei em Setembro desse ano.

Nessa noite de 9 de Abril de 1989, Enya tocou num espectáculo da televisão japonesa. Encontrei esse vídeo. Não que Enya tenha sido visita habitual da IF, mas pelo menos Orinoco Flow passou por lá numa altura em que eu imaginava viagens ao longo das costas, com o mar à vista.

Para completar estas histórias, e a propósito da imagem que ocupava a página inteira do Independente sobre a IF, recebi do Frederico Mira George uma informação, embora sem garantia de estar correcta : a ideia surgiu na reunião de ilustradores e escritores, se não estou em erro, ideia lançada pelo jorge colombo e pela céu guarda depois executada pelo pedro morais.




ORINOCO FLOW
(Enya)

Let me sail, let me sail, let the orinoco flow,
Let me reach, let me beach on the shores of tripoli.

Let me sail, let me sail, let me crash upon your shore,
Let me reach, let me beach far beyond the yellow sea.

From bissau to palau - in the shade of avalon,
From fiji to tiree and the isles of ebony,
From peru to cebu hear the power of babylon,
From bali to cali - far beneath the coral sea.

From the north to the south, ebudae into khartoum,
From the deep sea of clouds to the island of the moon,
Carry me on the waves to the lands I've never been,
Carry me on the waves to the lands I've never seen.

We can sail, we can sail...
We can steer, we can near with rob dickins at the wheel,
We can sigh, say goodbye ross and his dependencies
We can sail, we can sail...

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