Pouco
para dizer, muito para escutar, tudo para sentir. A propósito
do programa de rádio
ÍNTIMA FRACÇÃO
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3.8.06


A conta está paga. Gostaria de voltar ali todas as terças para ouvir o músico que arranca sons iguais à Fender de Marvin Welch, dos Shadows. Em casa, o ar que vem do mar não se sente. Não há um único ruído. Talvez os grilos. Mais uma vez, tal como escreveu Barthes, "as cenas desenham-se para serem recordadas". A nostalgia começou no momento da chegada. Na partida, mais do que medo, há o pavor de não regressar. É uma opção optimista. Tudo o que nos parece ser certo, está, afinal, irremediavelmente ameaçado pela incerteza. Preciso ver Tati nas "Férias do Sr. Hulot". A partida é levemente nostálgica, mas, mais do que esperança, há certezas para o ano seguinte.
MEET ON THE LEDGE (ouvir) (Fairport Convention - 1968)
We used to say That come the day We'd all be making songs Or finding better words These ideas never lasted long
The way is up Along the road The air is growing thin Too many friends who tried Were blown off this mountain with the wind
Meet on the ledge We're gonna meet on the ledge When my time is up I'm gonna see all my friends
Meet on the ledge We're gonna meet on the ledge If you really mean it, it all comes round again
Yet now I see I'm all alone But that's the only way to be You'll have your chance again Then you can do the work for me
Meet on the ledge We're gonna meet on the ledge When my time is up I'm gonna see all my friends
Meet on the ledge We're gonna meet on the ledge If you really mean it, it all comes round again
END OF A HOLIDAY (ouvir)
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por
Francisco em 3.8.06
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